sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Aforismos...

Para lavar a dor de coração partido, chuva de buceta!

É melhor não ter do que perder! :b

E desde quando a vergonha tem lugar na cama?

sábado, 28 de novembro de 2009

Chorei e choro,
por todas as mulheres que tive
e que tenho!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Crônicas...

... sim,basta tu dar trela para um bofe(bofe mesmo!!!) que, "seja cedo ou seja tarde" ele diz que você só é sapata ou não gosta de pau porque nunca encontrou um homem de verdade e, adivinhem só, ele será o homem de verdade!!!kkkkkkkkkkkkkkkkk!!! Costumo responder que, as minhas raras, mas não inexistentes recaídas se dão devido ao fato de que tive um homem de verdade(e pelo que me recordo, este jamais tivera a pretensão de demonstrar ou querer tal título),talvez, não nego, o melhor! Claro, boas referências jamais deixam de ecoar! É isso menines,não creio que questões ideológicas de qualquer ordem possam substituir o efeito das sensações! E por que não gostar de dar? Simplesmente dar! Seja apenas para sentir, no sentido mais sensorial do sentir, e aí, se a cabeça tá bem resolvida ( e no séc. 21 -sim, eu sei os números romanos!- não tem porque não estar...)vale tudo! Sem jugos! Talvez seja por isso, que mesmo sapata, reclamo muito menos da falta de acesso à eles do que parte das ht. É fato a mística que exercemos diante deles! Maaas, é aquilo né,nada que o mercado e a tecnologia não nos providencie sensações semelhantes, sem o desgaste do blá,blá,blá do homem de verdade!

Obs: Cedo eu cheguei a uma constatação. Toda mulher emancipada tem que ter sua sacola de brinquedos!!!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sim, aspiro a imortalidade!
E meu cu para os mediocres incapazes de compreender tal aspiração!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Relatos de uma coloninha...e algumas divagações estéticas!


Imagine esse bicho do mato em um prenúncio de mudança para a metrópole!Eis que nesta situação,em uma das nada convencionais e demasiado frequentes,luas-de-mel,a Érica foi tácita às vezes de cicerone e, certeiramente, me levou à Pinacoteca.
E qual foi meu súbito êxito quando,abrindo alas deste digno ambiente, me deparei com a incrível escultura de uma musa ofertando-se em voluptuoso furor! Ao passar por aquele frêmito ocorrido no simultâneo contato da minha vista com a peça, voltei minha cabeça à legenda e em grandes letras o seu nome: SAFO. Outro gozo! Não poderia o artista ter representado melhor, não poderia o curador ter encontrado lugar melhor! Naquele momento me senti impelida a prestar uma homenagem à musa, e na ênfase infatil própria das melhores brincadeiras, realmente sorrindo como criança, pedi que a minha amada Érica capturasse o momento com sua imprescindível lente.Eis que a timidez à exitou um pouco, mas, ao ver o incentivo e a diversão do segurança (que foi ótimo por sinal!)garantimos a continuidade da diversão com o registro que reparto com vocês e que, mesmo anterior à criação deste salão, não poderia ser mais oportuno em outro espaço!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Nem só de buceta vive a sapa...

...embora seria muito mais cômodo se assim o fosse!

Vira e mexe, as crônicas agruras do coração se colocam de forma tão brusca que se faz necessário um metódico exame para assimilar, parcialmente, a maldita dialética que assombra a (minha) existência.
Tal constatação vem do confronto entre a idílica crença no amor e sua configuração mais rasa assumida atualmente: relacionamento estável e constituição de família, e a inquieta percepção de que a vida não se resume a uma mera convenção social constantemente legitimada pela horda de sonâmbulos* a nossa volta !

(Que merda, este estado de ânimo torna minha escrita um tanto sóbria para o contexto habitual deste salão!)

No esforço de retratar os motivos desta palavrória introdução, eis a biografia:

Depois de um certo momento de conforto e variedade sexual (demorei meio ano para organizar a minha agenda e por em rigorosa prática as regras do meu secretíssimo manual da amante), eis que caí novamente (a quarta vez em minha vida) na ilusão do amor e pela primeira vez, na esperança de me tornar uma menina quase direita. O imperativo "nem só de buceta vive a sapa" fez com que me despedisse das amantes e migrasse para o que eu jurava, e juro, ser a última chance que daria ao amor (e por surpresa, até descobri que meu corpo é capaz de ser fiel!). Só que, a esta altura do campeonato e da minha obsessiva necessidade de evasão do cotidiano vulgar, me encontro no conflito entre a escolha do eu, ou do nós... ai, como isso pesa no peito! Uó!
E tenho a nítida impressão que, ou agora caso de vez(já beeem desacreditada e precisando de uma hercúlea força para continuar desacreditando), ou, volto a democratizar o amor e limitá-lo à minha mágica alcova ;). Será que desta vez me convenço que poderei escapar imune desta máxima esboçada no título?????

*Termo emprestado de Hannah Arendt(sim, eu a comeria!).

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Me ajuuuuuuuuuudddeeemmm...

...Gente do céu, uma vez, a aaaanos, que eu nem me lembro exato qual era desses do início de século XXI, li em algum lugar do site Mix Brasil que falava sobre o fesitval Mix de cinema, uma sinopse sobre um curta brasileiro com atrizes globais que encarnavam uma bela pegação, de um sexo casual. Vi apenas o trailer e morri de tesão, hoje, depois de incontáveis tempos, não sei porque cargas d'água lembrei do tal filme(creio que era um curta), obcecada que sou por esse tipo de cena, fiz uma pesquisa de,aproximadamente, duas horas e... nada...aaaahhhhhhhhhhhhhhh...Se alguém souber qualquer coisa ligada a essas precárias referências aqui descritas, por favor, me dêem um toque! Agradeço a colaboração! bjs...