terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sim, aspiro a imortalidade!
E meu cu para os mediocres incapazes de compreender tal aspiração!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Relatos de uma coloninha...e algumas divagações estéticas!


Imagine esse bicho do mato em um prenúncio de mudança para a metrópole!Eis que nesta situação,em uma das nada convencionais e demasiado frequentes,luas-de-mel,a Érica foi tácita às vezes de cicerone e, certeiramente, me levou à Pinacoteca.
E qual foi meu súbito êxito quando,abrindo alas deste digno ambiente, me deparei com a incrível escultura de uma musa ofertando-se em voluptuoso furor! Ao passar por aquele frêmito ocorrido no simultâneo contato da minha vista com a peça, voltei minha cabeça à legenda e em grandes letras o seu nome: SAFO. Outro gozo! Não poderia o artista ter representado melhor, não poderia o curador ter encontrado lugar melhor! Naquele momento me senti impelida a prestar uma homenagem à musa, e na ênfase infatil própria das melhores brincadeiras, realmente sorrindo como criança, pedi que a minha amada Érica capturasse o momento com sua imprescindível lente.Eis que a timidez à exitou um pouco, mas, ao ver o incentivo e a diversão do segurança (que foi ótimo por sinal!)garantimos a continuidade da diversão com o registro que reparto com vocês e que, mesmo anterior à criação deste salão, não poderia ser mais oportuno em outro espaço!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Nem só de buceta vive a sapa...

...embora seria muito mais cômodo se assim o fosse!

Vira e mexe, as crônicas agruras do coração se colocam de forma tão brusca que se faz necessário um metódico exame para assimilar, parcialmente, a maldita dialética que assombra a (minha) existência.
Tal constatação vem do confronto entre a idílica crença no amor e sua configuração mais rasa assumida atualmente: relacionamento estável e constituição de família, e a inquieta percepção de que a vida não se resume a uma mera convenção social constantemente legitimada pela horda de sonambulos* a nossa volta !

(Que merda, este estado de ânimo torna minha escrita um tanto sóbria para o contexto habitual deste salão!)

No esforço de retratar os motivos desta palavrória introdução, eis a biografia:

Depois de um certo momento de conforto e variedade sexual (demorei meio ano para organizar a minha agenda e por em rigorosa prática as regras do meu secretíssimo manual da amante), eis que caí novamente (a quarta vez em minha vida) na ilusão do amor e pela primeira vez, na esperança de me tornar uma menina quase direita. O imperativo "nem só de buceta vive a sapa" fez com que me despedisse das amantes e migrasse para o que eu jurava, e juro, ser a última chance que daria ao amor (e por surpresa, até descobri que meu corpo é capaz de ser fiel!). Só que, a esta altura do campeonato e da minha obsessiva necessidade de evasão do cotidiano vulgar, me encontro no conflito entre a escolha do eu, ou do nós... ai, como isso pesa no peito! Uó!
E tenho a nítida impressão que, ou agora caso de vez(já beeem desacreditada e precisando de uma hercúlea força para continuar desacreditando), ou, volto a democratizar o amor e limitá-lo à minha mágica alcova ;). Será que desta vez me convenço que poderei escapar imune desta máxima esboçada no título?????

*Termo emprestado de Hannah Arendt(sim, eu a comeria!).

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Me ajuuuuuuuuuudddeeemmm...

...Gente do céu, uma vez, a aaaanos, que eu nem me lembro exato qual era desses do início de século XXI, li em algum lugar do site Mix Brasil que falava sobre o fesitval Mix de cinema, uma sinopse sobre um curta brasileiro com atrizes globais que encarnavam uma bela pegação, de um sexo casual. Vi apenas o trailer e morri de tesão, hoje, depois de incontáveis tempos, não sei porque cargas d'água lembrei do tal filme(creio que era um curta), obcecada que sou por esse tipo de cena, fiz uma pesquisa de,aproximadamente, duas horas e... nada...aaaahhhhhhhhhhhhhhh...Se alguém souber qualquer coisa ligada a essas precárias referências aqui descritas, por favor, me dêem um toque! Agradeço a colaboração! bjs...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Mãe e filha...

...aiai, uma das vantagens da filosofia é que, mais cedo ou mais tarde, ela acaba nos contaminando com o vírus platônico da sofocracia. Daí em diante, é um pulinho para termos a plena convicção de que, quando nos interessa, realmente somos os donos da verdade. E quando somos os donos da verdade, passamos a tratar certos tabus como brincadeiras... para alguém como eu, que, desde sempre teve uma relação interessante com a perversão... é mais fácil encontrar culpa em usar um cosmético que testa seus componentes tóxicos no estômago aberto de um cão(ou coelho, ou gato...) vivo do que desejar ardorosamente algumas mulheres, independente de seu status social. Bom, toda esta justificativa (também interpretada como um mero bla,bla,bla)serve para introduzir a parte boa da narrativa que se estabelece agora e que faz jus ao título!
Estou de férias e, como de praxe, venho me regozijar com os amigos e antepassados queridos na minha cidade natal. E qual é a minha surpresa quando, ao andar pelas ruas pacatas da cidade, percebo que as crianças cresceram!Siiiimmmm, as menininhas viraram mulheres com curvas exuberantes!!! Mas o mais fantástico, é que suas mães mantém um impressionante vigor, pouco mudaram em aparência!!!
Veja que esta situação deixa a sapatão aqui louca para testar as mirabolantes teorias que, encontram na alcova, o laboratório perfeito.
Imaginem as incríveis conclusões que poderiam advir deste estudo ;)
Será que as reações à uma língua sedenta dependem da genética ou da cultura???(kkkkkkkkkk)
Quais seriam as nuances entre a menina que, ao se tornar mulher, começa a desenvolver sua vida sexual já despida de certos tabus devido a uma educação mais abrangente e o convívio com a diversidade e a mulher, que já criou seus filhos, levou inúmeras decepções com o casamento(que provavelmente não existe mais)e com a idade,aprendeu realmente se permitir o que quer?
Sim, se hoje eu estivesse isenta de alguns compromissos, levaria a cabo tal experiência. Cada qual com o seu dia e sua hora...mas enquanto não posso, apenas provoco com o olhar e continuo a imaginar o frescor da menina e os uivos da loba que sustentam a mais bela relação de parentesco!



obs: mesmo eu considerando a maternidade o grau de parentesco mais sublime, me pergunto diariamente se de fato quero ser mãe!
obs 2: a observação acima não tem ligação direta com o texto, mas a maternidade é uma escolha que realmente me faz refletir!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Nota de agradecimento aos novos leitores e seguidores!

Muito obrigada pelos comentários!!!heeeee \0/

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Arimatéia...

...esta é pra ti:

"Como e chupo."


kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk